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ACONTECEU HOJE: Confira as principais notícias publicadas nesta 4ª-feira

Sep 16, 2020 (Grupo CMA via COMTEX) --

MERCADO Após oscilar entre leves perdas e ganhos ao longo do pregão, o Ibovespa fechou em queda de 0,62%, aos 99.675,68 pontos, acelerando perdas no fim do pregão, reagindo a sinalizações dadas pelo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell. Embora tenha indicado que a taxa de juros pode permanecer baixa por um bom tempo, Powell reforçou que o apoio fiscal do governo também é necessário para a retomada da economia. Os principais índices do mercado de ações fecharam em campo misto depois que o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) divulgou sua decisão de manter a taxa básica de juros na faixa de zero a 0,25% até que haja condição de pleno emprego no mercado de trabalho norte-americano e a inflação "suba para 2% e esteja a caminho de superar 2% por algum tempo". O Dow Jones subiu 0,13%, aos 28.032,38 pontos; o Nasdaq Composto recuou 1,25%, aos 1,25%, 11.050,46 pontos e o S&P 500 caiu 0,46%, aos 3.385,49 pontos. O dólar comercial fechou em queda de 0,92% no mercado à vista, cotado a R$ 5,2400 para venda - no menor valor de fechamento desde 31 de julho (quando encerrou a R$ 5,2160) - reagindo ao comunicado da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e às sinalizações do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell, sobre os próximos passos do banco central. As taxas dos contratos de juros futuros (DIs) encerraram a sessão em alta firme, apesar da queda acelerada do dólar, que reagiu à previsão do Federal Reserve, de que a taxa de juros nos Estados Unidos deve seguir perto de zero até 2023. O movimento de recomposição de prêmios na curva a termo local antecedeu o tradicional leilão de títulos públicos, amanhã, e a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), logo mais. Ao final da sessão regular, o DI para janeiro de 2022 ficou com taxa de 2,89%, de 2,87% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2023 terminou projetando taxa de 4,25%, de 4,15% após o ajuste ontem; o DI para janeiro de 2025 encerrou em 6,12%, de 6,03%; e o DI para janeiro de 2027 tinha taxa de 7,12%, de 7,02%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o dólar à vista caía pouco menos de 1%, cotado abaixo de R$ 5,25. PRINCIPAIS NOTICIAS BRASIL COPOM: Grupo mantém Selic em 2% ao ano em decisão unânime O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 2% ao ano (aa). É a primeira vez que o comitê decide manter a taxa após um ciclo de nove quedas consecutivas iniciado em julho de 2019. A decisão, que foi unânime, ficou em linha com a previsão das 26 instituições financeiras consultadas pela Agência CMA. GOVERNO: Tivemos que trocar a roda do carro andando - Pazuello O efetivado ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello afirmou que assumiu o comando da Pasta interinamente no momento mais crítico da pandemia e que o governo federal trocou a "roda do carro andando. A responsabilidade é enorme e tivemos a liberdade total para enfrentarmos as medidas que eram necessárias", disse Pazuello em cerimônia de posse nesta quarta-feira (16), ao assumir o ministério nesta quarta-feira (16), após o comando da Pasta ter sido vago durante três meses BC: Fluxo cambial fica negativo em US$ 568 milhões em setembro até dia 11 O saldo entre a entrada e a saída de dólares no País ficou negativo em US$ 568 milhões em setembro até o dia 11, resultado superávit comercial de US$ 312 milhões e de fluxo financeiro negativo em US$ 880 milhões, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC). VALE: Meta de dívida líquida expandida de US$ 10 bi faz BTG reiterar compra A Vale informou que cumprirá a meta de dívida líquida expandida de US$ 10 bilhões provavelmente até o final do ano de 2020, que abre espaço para distribuir a maior parte do excesso de capital alocado via dividendos, apontou o BTG Pactual em relatório divulgado após divulgação do plano de recuperação dos volumes de minério de ferro apresentado pela companhia em tour para investidores. PETROBRAS: BTG Pactual eleva preço-alvo da companhia de US$ 10 p/ US$ 12 Após o anúncio de revisão feito pela Petrobras, com redução de 30% da sua carteira de ativos de exploração e produção (Capex) para o período de 2021 a 2025, para US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões, o BTG Pactual reiterou a recomendação de compra das para as american depositary receipts (ADRs, recibos de ação de empresas estrangeiras negociados na Bolsa de Valores de Nova York) da companhia e aumentou preço-alvo em 46%, de US$ 10 para US$ 12 por ação. MUNDO POWELL: De forma alguma Fed está sem munição para estimular economia Apesar de ter adotado juros perto de zero, compras de títulos de dívida, alterado a meta de inflação e lançado linhas de financiamento para a população, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) ainda tem formas de estimular a economia do país, afirmou o presidente da instituição, Jerome Powell. POWELL: Expectativas de recuperação devem se manter até 2023 O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, afirmou que as expectativas de recuperação econômica no país devem se manter estáveis até 2023, mas se absteu de especificar cálculos exatos sobre a interpretação do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) sobre inflação média de 2% ao longo do tempo. POWELL: Projeções do Fed mostram confiança que metas serão atingidas As projeções econômicas do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), que apontam inflação de 2% apenas em 2023, são um indício de que o comitê de política monetária acredita no cumprimento da meta para os preços, afirmou o presidente da instituição, Jerome Powell. FED: Projeção mediana para juro básico fica em 0,1% até 2023 A mediana das projeções dos membros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) para a taxa básica de juros do país indica que as autoridades pretendem manter os juros inalterados no horizonte relevante para a política monetária - até 2023. FED: Projeção mediana para queda do PIB em 2020 passa de 6,5% a 3,7% A mediana das projeções dos membros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) para o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos aponta para uma queda de 3,7% em 2020. Em junho, a expectativa era de baixa de 6,5%. Copyright 2020 - Grupo CMA

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