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CÂMBIO: Dólar avança mais de 2% em receio com Petrobras e exterior (amplia)

Feb 22, 2021 (Grupo CMA via COMTEX) --

Nota atualiza informações nos dois primeiros parágrafos e acrescenta a partir do terceiro. São Paulo, 22 de fevereiro de 2021 - O dólar comercial opera em forte alta frente ao real, acima dos R$ 5,50 desde a abertura dos negócios, refletindo as preocupações do mercado doméstico com a ingerência da Petrobras após o presidente Jair Bolsonaro interferir ao anunciar na sexta-feira a troca de comando da estatal. Antes, ele havia feito críticas à política de preços da companhia. Lá fora, as moedas de países emergentes operam negativas, com mais de 1% de queda influenciadas pelo avanços da curva de juros nos Estados Unidos, as treasuries, com o título de 10 anos no maior patamar em 12 meses. Às 9h58 (de Brasília), a moeda norte-americana avançava 2,34% no mercado à vista, cotada a R$ 5,5100 para venda, enquanto o contrato futuro com vencimento em março subia 2,34%, a R$ 5,5110. Lá fora, o Dollar Index tinha leve queda de 0,08%, aos 90,290 pontos. Na sexta-feira, após o fechamento do mercado, o Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou, por meio de nota, que o governo federal decidiu indicar Joaquim Silva e Luna como conselheiro e presidente da Petrobras, após encerramento do ciclo, superior a dois anos, do atual presidente Roberto Castello Branco. Antes, Bolsonaro disse que "alguma coisa" iria "acontecer na Petrobras nos próximos dias" ao criticar a estatal por anunciar um aumento "excessivo" no preço dos combustíveis. A equipe econômica da corretora Commcor ressalta que a semana será de muita volatilidade nos mercados, em especial no Brasil. "A alteração do comando da Petrobras imposta por Jair Bolsonaro e a possibilidade de novas ingerências causam forte receio entre os investidores", reforçam, acrescentando que o "desenrolar" da pandemia do novo coronavírus "compartilha o protagonismo" com a estatal. Para os analistas da corretora, a saída de Castelo Branco do comando da petrolífera é "uma dose extra" de pessimismo. "A posição autoritária em que Bolsonaro indica que pode seguir ingerindo em outras estatais, com destaque para Eletrobras e a política de preços no setor de energia, além do atraso das reformas, também traz preocupação e tira ainda mais crédito da evolução econômica do país perante os investidores", avaliam. Somado ao local, a sessão é negativa para as divisas emergentes em meio à alta dos títulos de dívidas do governo dos Estados Unidos, as Treasuries, que seguem no radar dos investidores nesta semana com o mercado atento às discussões em torno do pacote fiscal proposto pelo governo norte-americano e de olho nos dados de atividade nos próximos dias. O título de 10 anos se aproxima de 1,4%, maior patamar em 12 meses. "O avanço muito rápido do retorno dos Treasuries lança preocupações sobre a rentabilidade de empresas dependentes de crédito, ao mesmo tempo em que reduz a atratividade dos ativos", diz o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa. Daqui a pouco, o Banco Central (BC) realiza um leilão de venda de dólar com compromisso de recompra (leilão de linha) de até US$ 1,6 bilhão, o que não deverá impedir a pressão no câmbio. "Toda a preocupação sobre a ingerência [da Petrobras], a volta do auxílio emergencial e a quebra do teto de gastos trazem ainda mais rumores sobre a capacidade fiscal no futuro do Brasil", acrescenta a equipe da Commcor. Flávya Pereira / Agência CMA Copyright 2021 - Grupo CMA

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