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Futures and Commodity Market News

CÂMBIO: Dólar recua, abaixo de R$ 5,65, seguindo exterior e movimento local

May 21, 2020 (Grupo CMA via COMTEX) --

São Paulo, 21 de maio de 2020 - O dólar comercial opera em queda desde a abertura dos negócios, mas renovando mínimas sucessivas em busca do nível de R$ 5,60, acompanhando novamente o ambiente mais positivo no exterior para as moedas de países emergentes. Aqui, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, voltou a declarar que a autoridade monetária pode atuar de forma mais robusta, se necessário, no mercado cambial, o que leva investidores locais ao movimento de desmonte de posições. Às 10h13 (de Brasília), a moeda norte-americana operava em queda de 1,17% no mercado à vista, cotada a R$ 5,6170 para venda, enquanto o contrato futuro para junho recuava 1,36%, a R$ 5,6200. Lá fora, o Dollar Index oscilava com ligeira alta de 0,03%, aos 99,154 pontos. "Além de acompanhar as moedas emergentes, aqui, há um desmonte de posições defensivas e especulativas em respeito às declarações do presidente do BC ontem, que enfatizou que tem amplo espaço para vender nossas reservas [cambiais], se necessário", comenta o diretor superintendente de câmbio da Correparti, Jefferson Rugik. Já a economista-chefe da Veedha Investimentos, Camila Abdelmalack, acrescenta que Campos Neto declarou que, com a valorização do dólar, as reservas aumentaram, o que possibilita fazer uma intervenção mais agressiva no mercado à vista, por meio de leilões. "O mercado está refletindo essas falas, mas não há novidade nisso. O BC manteve o discurso de sempre. Acho que o mercado está aproveitando uma calmaria para esse desmonte de posições", diz. No exterior, novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra a China ficam no radar do mercado. "Há uma cautela lá fora após Trump fazer novas críticas ao país asiático pela forma como lidou com o novo coronavírus", destaca a economista. Além disso, o Senado norte-americano aprovou uma lei que pode proibir empresas da China de serem listadas nas bolsas de valores do país, além de retirar as já listadas. "O que lança uma nuvem sobre a recente recuperação dos ativos de risco", pondera a profissional da Veedha. Flávya Pereira / Agência CMA Copyright 2020 - Grupo CMA

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