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CÂMBIO: Dólar renova mínimas sucessivas a R$ 5,21 reagindo ao Fed e Powell

Sep 16, 2020 (Grupo CMA via COMTEX) --

São Paulo, 16 de setembro de 2020 - O dólar comercial opera em queda, abaixo de R$ 5,25, reagindo ao comunicado do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e ao discurso do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell, sobre a decisão de política monetária. Ao longo da coletiva de imprensa de Powell, a moeda estrangeira chegou a renovar mínimas sucessivas a R$ 5,21 - no menor valor intraday desde 3 de agosto. Às 16h44 (horário local), o dólar à vista recuava 0,94%, cotado a R$ 5,2390 para venda, após renovar mínimas a R$ 5,2130 (-1,43%). Já o contrato para outubro tinha queda de 0,73%, ao redor de R$ 5,24. Lá fora, o Dollar Index inverteu sinal e passou a subir (+0,21%), aos 93,241 pontos. "O Fed não trouxe grandes novidades. Mas essa posição extremamente 'dovish' [suave] e essa narrativa de que a autoridade monetária vai continuar suportando a economia [dos Estados Unidos] cria um terreno fértil para continuar inflando o preço dos ativos", comenta o economista da Guide Investimentos, Alejandro Ortiz. Ele acrescenta, porém, que isso "embute riscos", sendo um deles a ausência de mais suporte fiscal por parte do governo e do Congresso norte-americano. "O Fed reiterou que a trajetória da economia dependerá da evolução do coronavírus por lá. A gente percebe uma queda bastante expressiva no último mês quanto ao números de casos [de covid-19]. Se o número de casos está caindo, a economia vai bem. Isso vai auxiliar ainda mais a retomada econômica", diz. Sem surpresas, o Fed manteve a taxa básica de juros entre zero e 0,25%, mas a decisão não foi unânime. Dois membros do grupo votaram contra. O grupo também sinalizou que os juros ficarão em níveis baixos por um longo período, afirmando que as taxas permanecerão no nível atual até que seja atingida uma condição de pleno emprego no mercado de trabalho norte-americano e até que a inflação "suba para 2% e esteja a caminho de superar 2% por algum tempo". A orientação sobre a trajetória futura dos juros está alinhada à mudança na estratégia da política monetária, anunciada no fim de agosto por Powell e que consiste em buscar uma inflação média de 2% ao ano, em vez de uma meta fixa de 2% ao ano. Flávya Pereira / Agência CMA Copyright 2020 - Grupo CMA

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